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O retorno do rádio na publicidade não é tendência. É correção de rota.

Locutora de rádio anunciando produtos e serviços

Durante anos, o mercado publicitário comprou uma narrativa sedutora: o digital substituiria tudo. Redes sociais, métricas infladas, cliques baratos e promessas de segmentação cirúrgica. Parecia moderno. Parecia inevitável. Mas não era verdade.

Hoje, o que vemos é um movimento claro, silencioso e baseado em dados: o rádio voltou ao centro das estratégias de quem quer vender de verdade.

Não por nostalgia. Por resultado.


O retorno do rádio na publicidade não é tendência. É correção de rota.

O digital entrega volume. O rádio entrega impacto.

Curtidas não pagam boletos. Impressões não garantem venda. Alcance sem atenção é desperdício. O rádio, ao contrário, opera onde o digital falha: atenção contínua, confiança e repetição.

Segundo estudos internacionais consolidados, como os da Nielsen, o rádio apresenta ROI até 72% superior ao Google Search. Isso não é opinião. É estatística auditada.

O motivo é simples:

  • O rádio não disputa atenção com rolagem infinita

  • Não depende de algoritmo instável

  • Não sofre bloqueio de anúncios

  • Não é ignorado em dois segundos

No rádio, a mensagem entra. E fica.

Por isso, o retorno do rádio na publicidade não é tendência. É correção de rota.


Credibilidade: o ativo que o digital perdeu

Outro ponto ignorado por muitos planejadores: confiança.

O rádio segue sendo o meio mais confiável para o público. Só nos EUA, em média, 77% dos ouvintes confiam no rádio como fonte de informação e recomendação comercial. Isso não acontece por acaso. É fruto de décadas de presença diária, vozes reconhecidas e relação direta com a comunidade.

Já as redes sociais vivem uma crise aberta de credibilidade, fraudes de tráfego, bots e influenciadores artificiais. O anunciante sério percebeu isso.

Não é coincidência que grandes marcas estejam reinvestindo em áudio.


Frequência vence segmentação

O discurso moderno vende segmentação como solução absoluta. Na prática, frequência ainda vence.

O rádio entrega algo que nenhuma outra mídia consegue com o mesmo custo:exposição diária, natural e repetida, em momentos-chave da decisão de compra — carro, trabalho, casa, rotina.

A escuta média diária de rádio no Brasil ultrapassa 4 horas por pessoa. Isso gera familiaridade, lembrança e preferência. Por isso, 82% dos ouvintes lembram da publicidade veiculada no rádio e 87% lembram da marca. (Nielsen + Westwood One Audio Active Group)

Esse tipo de resultado é medido por institutos como a Kantar IBOPE Media, não por dashboards otimistas.


O caso das redes líderes: quando o rádio vira vantagem competitiva

O rádio não voltou sozinho. As redes líderes puxaram esse retorno.

Marcas consolidadas, como a Band FM e Clube FM entenderam cedo que o jogo não era abandonar o digital, mas recolocar o rádio no lugar estratégico correto: topo do funil, construção de marca e geração de demanda real.

Onde há liderança de audiência, há eficiência publicitária. Rádio médio gera resultado médio. Rádio líder gera vantagem competitiva.

Isso explica por que anunciantes renovam contratos por anos. Não por afeição. Por caixa.


O rádio não morreu. O planejamento é que ficou preguiçoso.

O que morreu foi o planejamento raso, baseado em modismo e slides bonitos.

O rádio continua:

  • Massivo

  • Mensurável

  • Confiável

  • Barato em custo por impacto

  • Forte em ROI

O mercado está apenas corrigindo um erro cometido na última década.

Quem entendeu isso antes, vende mais.Quem insiste em ignorar, paga mais caro para aparecer menos.

O rádio não está “voltando”.Ele nunca saiu.


📌 Baseado em dados consolidados de mercado e materiais técnicos da Rede Clube Cidade FM Rondônia

 
 
 

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